A revista "The Atlantic" publicou reportagem sobre um estudo
que mostra que jovens norte-americanos
- parte da chamada geração Y -
estão reduzindo a busca pela primeira habilitação e pela compra de carros nos primeiros anos da fase adulta.
Seria apenas reflexo da crise econômia atual ou parte de uma tendência duradoura e, quiçá, de uma esperança para fugirmos do caótico trânsito do dia a dia?
Enquanto isso, em Belo Horizonte, a população continua carente de ciclovias e de transporte público
eficiente e integrado, especialmente um METRÔ que interligue as princiapis regiões da cidade
e funcione 24 hs por dia.
Expansão das linhas 2 e 3, com trechos subterrâneos que atenderiam bairros Savassi, Pampulha e Santa Tereza
Transporte sobre trilhos em São Paulo
Afinal, essa seria uma teoria da conspiração, ou a Prefeitura de BH,
junto com a BHTrans, e as empresas de transporte urbano de BH não estão priorizando o metrô, como necessidade
urgente para a mobilidade urbana em BH, prejudicando assim a população e a economia da cidade e de Minas pelos próximos anos???
A falta de ações e obras concretas para o metrô, contrabalanceada por notícias e ações tempestivas associadas a corredores para ônibus e o as vias de trânsito rápido para os ônibus (BRT), inclusive relativa às
obras de mobilidade para a Copa de 2014, parecem indicar que a prioridade em
BH continua sendo beneficiar o transporte por ônibus, o que talvez indique uma negligência com o interesse público e as necessidades da cidade,
da população e das empresas (exceto as empresas de ônibus).
Na contra mão desses fatos relativos ao metrô, e à priorização para o transporte por ônibus que se pode inferir, uma reportagem antiga da Revista
Veja, intitulada os barões do transporte urbano, mostra BH como um modelo exemplar
de concorrência pública para se acabar com o monopólio do transporte urbano por ônibus!!!
Afinal, a população, as empresas e o governo de Belo Horizonte e de Minas Gerais querem realmente e sentem a urgência de uma grande e imediata expansão do metrô na capital dos mineiros?
Texto da Revista Superinteressante de Julho de 2010 já
divulgava dados de pesquisas que mostram relação positiva entre uso de celular e
ocorrência de câncer cerebral, com aumentos identificados entre 15% e 27%.
Apesar disso, a mesma reportagem, comentando opinião de um dos autores da
pesquisa - Daniel Krewski,
biólogo da Universidade de Ottawa – que relativizava os resultados,
dizendo que não eram conclusivos e se baseavam em uma amostra reduzida (“14 mil
pessoas em 13 países ao longo de 10 anos”) e em relatos sobre o tempo de uso
dos próprios pacientes, que podiam ser distorcidos (Fonte: http://super.abril.com.br/saude/celular-pode-provocar-cancer-cerebral-ou-nao-580946.shtml).
Mais recentemente, a Agência Internacional de Pesquisa sobre
o Câncer (do inglês, International Agency For Research on Cancer – IARC),
ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS, ou, no inglês, World Health Organization
- WHO) passou a classificar o uso de celular como possivelmente cancerígeno
(contra uma classificação anterior de que não havia aumento de risco de
ocorrência de câncer devido ao uso de telefones celulares). Desta vez, a
modificação da classificação pela OMS deveu-se a um estudo no qual foram
revisados resultados de várias pesquisas relacionando o aumento de casos de
vários tipos de câncer ao uso dos aparelhos celulares (). Os agentes
cancerígenos são classificados em 5 grupos:
1.Grupo 1, classificados como cancerígenos para humanos (107 agentes);
2.Grupo 2A, provavelmente cancerígenos para humanos (59 agentes);
3.grupo 2B, possivelmente cancerígenos para humanos (266 agentes, dentre
eles o uso de telefones celulares);
4.Grupo 3, não classificável quanto ao risco de câncer para humanos (588
agentes);
O anúncio foi feito em 31 de maio de 2011. “Antes do anúncio
de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido
relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde. [...] Antes do anúncio de hoje, a
OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada
a nenhum efeito nocivo à saúde. "Vamos esperar os cadáveres para agir
contra o celular?", questiona pesquisadora. Uma equipe de 31 cientistas de
14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos
revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares. A equipe
encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como
"possivelmente cancerígena para os seres humanos." Isto significa que
não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos
telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível
conexão, e que os consumidores devem ser alertados. ” (Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/923296-oms-anuncia-que-celular-pode-aumentar-risco-de-cancer.shtml)
Conjunto de ações integradas - de iniciativa do Instituto Nacional
de Ciência e Tecnologia para a Web (InWeb), coordenado pela UFMG - apóia o
recém lançado Portal Brasileiro de Ciência e Tecnologia (http://www.pbct.inweb.org.br).
Sobre a
evolução dos conceitos de entidade familiar, maternidade, paternidade e casamento no Brasil: questões legais, sociais e psicológicas para discussão (*)
A questão do “casamento
homossexual” e do entendimento recente do STF (http://www.brasil247.com.br/pt/247/brasil/2179/STF-aprova-casamento-gay.htm) -
de que os casais homossexuais, em uma relação homoafetiva, tem os mesmos direitos
que outras “entidades familiares” tradicionais (leia-se casais heterossexuais e
seus filhos, naturais ou adotivos) - tem muitos desdobramentos.
O pesquisador
Vladimir Mironov fala no youtube sobre a
"IMPRESSÃO" DE ÓRGÃOS,
por meio de processo industrial similar à prototipação rápida usada para
automóveis e aviões, por exemplo. Vale a pena ver o vídeo e dar especial atenção
para a comparação do processo com a prensa de
Johannes Gutenberg
e o papel dos computadores no processo de criação de órgãos "artificiais".
Vladimir Mironov é pesquisador líder de grupos importantes nos EUA e tem várias
publicações científicas.
Para conhecer a motivação para criação do Wikileaks (na Wikipedia) e parte da cultura
dos hackers, uma boa opção é ler o livro "Underground: tales of hacking, madness
and obsession on the electronic frontier" (PDF grátis, Amazon), escrito por Suelette
Dreyfus, com pesquisa de Julian Assange. Assange é jornalista,
ativista da liberdade de imprensa e hacker na juventude (codinome "Mendax", pelas
atividades do qual Assange
chegou a ser condenado na justiça australiana). Assange é hoje mais
conhecido por ser o criador do Wikileaks(1), criado em
2007, que recentemente publicou milhares de documentos da diplomacia dos
Estados Unidos, evento conhecido como Cable Gate, quando foram
publicados telegramas e mensagens secretas trocadas entre embaixadas e o
governo norte-americano.
O Wikileaks,
por sua vez, é uma organização sem fins lucrativos dedicada a trazer ao público
e à imprensa informações secretas via Web, buscando garantir,
concomitantemente, a segurança e o anonimato das pessoas que são as fontes de
informação. A idéia é tornar públicas informações secretas de instituições como
governos e a igreja, que possam estar ligadas a desvios de conduta, crimes, injustiças,
censura, assassinatos, corrupção, e que tenham importância ética, política, ou
histórica.
Essa justificativa (e talvez parte dos métodos do Wikileaks para conseguir informações) está ligada ao
histórico de vida de Assange,
como ativista político, jornalista e hacker. A história de Assange e do Wikileaks contém vários eventos polêmicos. Por
exemplo, quando o Wikileaks publicou os documentos do Cable Gate,
Assange foi preso por
denúncias de crimes sexuais – Assange garantiu que a
prisão teve motivação político-ideológia devido às ações do Cable Gate–; como reação à prisão, um grupo de hackers
(Anonymous, na Wikipedia) atacou de forma
coordenada sites de empresas que deixaram de oferecer suporte financeiro
ao Wikileaks (e.g., Visa, Paypal) usando o ataque
conhecido como negação de serviço (DoS, do inglês
Denial-of-service). Em outro caso, Daniel Domscheit-Berg,
ex-colaborador de Assange
no Wikileaks, também hacker e
ativista da liberdade de informação, saiu do Wikileaks
acusando o projeto de se afastar de suas motivações originais. Domscheit-Berg então
criou o OpenLeaks (na Wikipedia; críticas
de Berg a Assange), que neste momento ainda não está em operação...
Mas não se deve esquecer que as questões
dos limites éticos, morais e legais das atividades de hackers e da garantia
da liberdade de expressão (freedom of speech)
e acesso à informação vão muito além do Wikileaks.
São questões essenciais para a sociedade humana, para os povos e países, e para
a realização de uma sociedade aberta(2).
Afinal, os funcionários dos
governos podem esconder, manipular e criar informações em nome da democracia e da
defesa do povo ou país, criando fatos e dados falsos para justificar guerras e
invasões? Ou, por outro lado, os governos têm o direito de manter informações
secretas e restritas, a fim de garantir a segurança de seu povo e apoiar a
formulação de suas estratégicas geo-políticas, apesar de possíveis crimes e
desvios de conduta? Afinal, quais informações podem ou não, devem ou não, ser
mantidas em segredo ou divulgas?
O ano de 2010 está terminando. Está (passando da) na hora de começar a planejar o ano de 2011. Para pesquisadores e especialistas, é essencial conhecer os eventos científicos e de tecnologia que irão ocorrer. A maioria já está com a agenda e as datas previstas, entre eles, pode-se destacar:
Hoje há muitos livros e documentos em texto integral gratuítos na Web. Há textos sobre quase tudo, desde clássicos da literatura, passando por análises sócio-econômicas, relações internacionais, até mapas, partituras, textos legais e históricos. Esse conteúdo, principalmente quando está disponível para ser baixado (feito download) de graça em formato PDF, pode ser lido confortavelmente, mesmo quando o usuário está desconectado da Internet, em dispositivos móveis e de mão como o Kindle, iPad, iPhone, netbooks e outros. Essas bibliotecas digitais são tanto a iniciativas que surgiram juntamente com a Web, como o Projeto Gutenber e o projeto Domínio Público, quanto associadas a instituições oficiais (como a Biblioteca Nacional do Brasil e a Biblioteca Digital Mundial da UNESCO). Veja uma lista de bibliotecas digitais com livros grátis em PDF. Caso conheça outras, por gentileza, envie
ou aproveite para Escrever Comentário (0 Comentários)
Sérgio Amadeu fez uma palestra na Conferência do W3C Brasil, quando falou sobre a ameaça atual, em vários países do mundo, aos direitos individuais, à liberdade de expressão e à privacidade das pessoas, por meio de iniciativas de empresas e governos preocupados com copyright, que têm buscado criar leis que obriguem a identificação civil dos usuários conectados na Internet, para criminalização de suas eventuais ações de desrespeito a direitos autorais. A apresentação levantou questões importantes (ver item 7 na notícia sobre a conferência do W3C Brasil).
Esta semana, uma decisão do CADE de aprovar, sem restrições, parceria entre as empresas Oi e a empresa Phorn, que possibilita o rastreamento de ações e preferências de usuário da Web, indica que as preocupações de Amadeu podem ser verdadeiras, e que nem sempre será fácil para as pessoas julgarem quando e quanto estão sendo monitoradas (outros detalhes da Averiguação Preliminar do CADE).
A decisão do CADE e a parceria da Oi com o "Webwise/Navegador" da Phorn, oferecido como um serviço de buscas ativadas e marketing digital - que grava um banco de dados histórico sobre informações e preferências dos usuários - lembram imediatamente a questão de identificação civil levantada por Amadeu. Fica faltando, muito pouco, para tal rastreamento, uma vez que a Phorn oferece uma solução para buscas por meio da criação de um idenficador por usuário (24 dígitos). Apesar de garantir em seu site que não associa IP ou dados pessoais, a solução tecnológica de fato permite o rastreamento dos usuários que, além disso, na prática e apesar de aceitarem explicitamente usar o sistema, nem sempre estarão cientes do nível de monitoração ao qual estão sujeitos.
O acordo comercial envolve o Oi Velox (maior provedor do Brasil? Quantos milhões de usuários?), mas também parcerias com: iG, Estadão, UOL e Terra.
A Phorn teria sofrido pressões na União Européia por um sistema anterior que fazia "rastreamento profundo de pacotes" (?). A Phorn também já teria sido notificada nos EUA, Canadá e Inglaterra.
Esse acordo pode significar um ataque à privacidade dos usuários e um possível caminho para rastreamento civil individual na Web. Pelas questões colocadas por Amadeu, um risco sério para qualquer usuário / cliente da Oi Velox no Brasil, não é mesmo?
Obs: a) Esta é uma notícia preliminar, que necessita maior aprofundamento e confirmação de informações. Verificar outras notícias sobre o tema na Web; b) As gigantes Google e Microsoft são as campeãs de monitoração dos usuários na rede, como mostra estudo Know Privacy, comentado por Tiago Dória; c) plug-in avisa usuários quando suas informações estão sendo enviadas para o Google (notícia Gizmodo; código fonte no Github Social Computing)
Nos dias 5 e 6 de outubro de 2010,
aconteceu em Belo Horizonte a 2a Conferência Web W3C
Brasil. A programação envolveu
pessoas do governo, pesquisadores, profissionais do mercado e
membros do W3C. A W3C é responsável
por estabelecer padrões e protocolos para interoperabilidade na
Web.
Obs: a) Este texto oferece uma visão
parcial do evento, com foco nas palestras que assisti, e em temas
de interesse do governo, mas não se restringe a tal público.
Todo o texto foi criado durante o evento, simultaneamente com as
palestras, sendo que os links são caminhos para aprofundamento nos
temas abordados; b) Outro evento importante para pessoas da área
pública é o CONSEGI.
A seguir são destacados assuntos e
palestras de interesse para entidades do governo:
9. Paul Cotton, líder do grupo de trabalho (Working Group) do HTML5 no W3C, e
da
Microsoft, com a palestra intutulada The Next Open Web
Platform. Cotton falou também sobre protocolos e o impacto para as
aplicações mais interativas (ver W3C Web Applications (WebApps)
Working Group), e a experiência única em diversos nagegadores,
vídeos em vários formatos, SVG, CSS, XML, entre outras tecnologias
complementares ao HTML5;
A conferência mostrou problemas e
tecnologias que farão parte dos planos diretores de tecnologia da
informação e das soluções de TI para Web no governo nos próximos
anos, oferecendo as bases para interligação de aplicações, dados e
redes sociais na Web.
Entre os dias 13 e 15 de setembro no Expo Center Norte, em São Paulo, ocorreu o Tech.Ed
Brasil 2010. O evento reuniu desenvolvedores e o profissionais de suporte
(chamados IT PROs pela Microsoft). Esta nota tem o objetivo fazer uma apanhado do evento (a partir das palestras que assisti), buscando ademais oferecer uma coletânea de links para aqueles que queiram se informar mais sobre as metodologias e ferramentas apresentadas e sobre as pessoas que fizeram o evento acontecer. A sessão de abertura (General Session) começou com Michel Levy,
presidente da Microsoft do Brasil. As palestras foram apresentadas por profissionais da Microsoft - vários MVPs (Microsoft Most Valuable Professional no
Brasil) e Developer Evangelists, como Rogério
Cordeiro (Evangelists nos EUA) -, por profissionais de
empresas parceiras e mesmo pessoas da comunidades de software livre, como exemplificado pela apresentação de
Alessandro Binhara, que mostrou o Projeto Mono (leia mais abaixo). A seguir estão vários destaques técnicos do evento, com foco no desenvolvimento de sistemas para plataforma Microsoft.NET, pela ordem:
A convocação da Seleção Brasileira de Futebol para a Copa de 2010, na África do Sul, pelo técnico Dunga, provocou muitas controvérsias. Muitos torcedores e comentaristas esportivos entendem que o técnico deveria ter convocado outros jogadores. Os "meninos da vila" - jogadores jovens do time do Santos -, por exemplo, parecem ser uma unanimidade... Será? Para tirar esta dúvida formulamos uma pesquisa onde você pode opinar sobre a Seleção Brasileira de Futebol convocada pelo técnico
Dunga. Para ver a pesquisa e responder, cliique aqui. Para ver o resultado parcial da pesquisa, clique aqui.
O Google Docs, por meio de uma funcionalidade denominada "formulário", permite que sejam criadas pesquisas de opinião (ou enquetes) online. O formulário e as respostas da pesquisa ficam armazenados em documentos do tipo "planilha". Para criar uma nova pesquisa pode-se "Criar novo" "Formulário" na página principal do Google Docs, ou ainda adicionar um "Formulário" a uma planilha pré-existente (leia mais sobre a criação de formulários). Existem vários tipos de perguntas, com respostas em "Texto" livre e "Múltipla escolha", "escala" de valores, dentre outros. A pesquisa é publicada como uma página Web. É uma ferramenta simples, poderosa e gratuita, que pode ser útil também na coleta de dados em pesquisas acadêmicas, como exemplificado pela seguinte pesquisa acadêmica sobre redes sociais digitais (Veja vídeos sobre formulários Google Docs no youtube; leia informações sobre o Google Docs na Wikipedia em português ou inglês) Escrever Comentário (0 Comentários)
O Centro Paulo de Souza, ligado ao Governo de São Paulo e responsável por administrar escolas técnicas (Etecs) e faculdades de tecnologia (Fatecs) no estado, lançou a nova edição do Guia da Internet 2009. O Guia, disponível em formato PDF, apresenta uma lista de 669 endereços ligados a instituições de ensino, institutos de pesquisas, bibliotecas, museus, acervos virtuais de teses, livros e outros documentos, agências de notícias, meio ambiente, associações, bolsas de estudo, conteúdo escolar, direitos humanos, editoras, livrarias, jornais, rádios, serviços, revistas, TV, trabalho, turismo, entidades empresariais e blogs que "[...] trazem notícias e análises principalmente sobre os setores de educação, ciências e tecnologia". A seleção e avaliação de fontes, feita por uma equipe de especialistas do Centro, busca atender às necessidades de alunos e professores (Fonte: http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/Produc%20Didatica/Guia_Net_indice.html). Interessante observar que uma fonte muito usada por estudantes, a enciclopédia Wikipedia, não está presente no Guia. Escrever Comentário (0 Comentários)
No caso de servidores públicos federais, deve-se observar a Portaria no 834, do MPOG, que define "[...] os dias de feriados nacionais e de pontos facultativos no ano de 2010, para cumprimento pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo".