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Por Renato Fabiano Matheus
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08 de maio de 2006 |
Belo Horizonte - 8/5/2006: o sistema de patentes é reconhecido entre empresários e economistas como um meio de proteger o investimento em pesquisa e gerar inovação. Com a proteção das patentes, o lucro advindo da inovação incentiva empreendedores individuais, aqui uma alusão a Schumpeter (Wikipedia em inglês) ( Schumpeter em português na Wikipedia), e corporativos a produzirem mais (inovação no processo) e melhores (inovação no produto) bens para a sociedade. No entanto, assuntos como a integração entre sistemas nacionais e internacionais de patentes, a proteção de bens intelectuais, especialmente o software, em particular o software livre, e também o patenteamento de organismos vivos (ver artigo de Sarita Albagli, de 1998, denominado "Da biodiversidade à biotecnologia: a nova fronteira da informação" e texto da Le Monde contra às patentes de seres vivos), transgênicos ou não, têm levado a novos desafios e a novas perspectivas para analisar o problema. Em recente reportagem da Agência FAPESP, intitulada "Paradoxo das patentes", divulgada logo após o final do Congresso Abipti 2006, ocorrido em Campinas (dia 5/5/6, última sexta-feira), Eduardo Geraque lembra o caso de quebra de patente de medicamentos para a AIDS pelo governo brasileiro e o registro no Japão da marca "cupuaçu", uma fruta tradicional e amplamente conhecida no Brasil. Geraque cita Roberto Jaqueribe, presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) (ver legislação sobre propriedade intelectual, que abrange propriedade industrial e direito do autor, no sítio do INPI), que disse: '“Patente é instrumento de alavancagem para o desenvolvimento, mas, para funcionar, deve estar inserida em uma política de estado voltada para a ciência e tecnologia” [...] Segundo o dirigente, está claro que enquanto os países desenvolvidos buscam cada vez mais manter suas posições, e proteger a propriedade intelectual já obtida, os demais têm que sempre correr atrás. “Se as discussões internacionais não forem bem conduzidas, como está sendo feito pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual - OMPI, não estaremos caminhando para uma espécie de colonização tecnológica?”, indaga.'. (ver reportagem completa) (ver sítio do Instituto Brasileiro de Propriedade Intelectual - IBPI e artigo sobre o sistema de propriedade industrial brasileiro) Escrever Comentário (0 Comentários) |
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Por Renato Fabiano Matheus
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25 de abril de 2006 |
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Por Renato Fabiano Matheus
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13 de abril de 2006 |
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Por Renato Fabiano Matheus
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05 de abril de 2006 |
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Agência FAPESP - 5/4/6: "Uma boa amostra da ciência e tecnologia da China está agora disponível para o
resto do mundo. Pela primeira vez, diversos periódicos científicos chineses
estão sendo publicados na internet, em inglês, para o público internacional.
A iniciativa é da Elsevier, que provê o acesso aos títulos por meio da base
ScienceDirect. O serviço será gratuito este ano e passará a ser cobrado a partir
de 2007. [...] A China é o quinto país do mundo em número de artigos científicos publicados,
mas um estudo feito em 2005 pela Academia Chinesa de Ciências mostrou que o país
ocupava apenas a 124ª posição em relação ao número de trabalhos citados por
pesquisadores de outros países. [...] De acordo com a Elsevier, o orçamento chinês para ciência e tecnologia cresce em
média 20% ao ano, tendo atingido os US$ 70 bilhões em 2005. Apesar disso,
barreiras como a da linguagem fazem com que 75% das pesquisas feitas no país não
sejam publicadas no exterior. " (leia a notícia integral na Agência FAPESP...) Escrever Comentário (0 Comentários) |
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Por Renato Fabiano Matheus
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28 de março de 2006 |
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Tabela com lista de áreas de conhecimento que dá acesso a revistas por área. Escrever Comentário (0 Comentários) |
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